Fascinante mundo nosso
Alexandre Matias - Abril 2010
Certo ou errado estamos nos designando para algo maior, ou que simplesmente encaramos dessa forma.
Somos prisioneiros atrás da nossa própria liberdade, enjaulados atrás das grades impostas fronte a nós, nas janelas de onde chamamos de lar
Nem a direita, nem esquerda, sempre seguindo até que sem direção pra algum outro lugar que nos afaste da falsa paz em que somos subtamente submetidos a vivenciar.
É claro que nem tudo é sintético a ponto de nos enganar, porém fazemos questão de fazê-lo dia após dia, será que não é tudo tão cíclico? E a verdade nua e crua carregamos por trás da maldita falsidade sem nos darmos conta que nos damos conta sim do insano que vivemos, porém com nossas mãos por cima dos olhos sorrimos plasticamente, como se nada estivesse realmente acontecendo.
Agora, quem acredita em você? Quem acredita em mim? Nossa dubiedade é tão tangível que é quase possível sentir seu gosto, por todo o resto... daquilo que chamamos de corpo, de templo, de objeto dentre tantos outros nomes vagamente inventados por nossas mentes frias e vazias, sem piedade vamos nos contradizendo até que não reste algo que possa nos remeter a idéia pueril de outrora, e nem nos satisfaz mais sermos apenas bons.
A idéia é que escrevemos nossa autobiografia não mediante a fatos que acontecem naturalmente, mas cada linha é descaradamente manipulada por nosso EGO.
Mova-se, as melhores coisas da vida acontecem naturalmente, não as force, pois se não sua vida poderá ser facilmente confundida com aquela maça vermelha e aparentemente suculenta e que na primeira mordida só é possível sentir o gosto da PARAFINA.
Alexandre Matias
quinta-feira, 29 de abril de 2010
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